quarta-feira, 18 de novembro de 2015

O SOFRIMENTO É UM FENÔMENO DE TAL AMPLITUDE E GRAVIDADE QUE É EXTREMAMENTE DELICADO ABORDÁ-LO!


Tanto por aqueles que não experimentando alguma sensação de sofrimento o receiam e assim o descartam, quanto por aqueles que vitimados pela dor, têm como único desejo obter um apaziguamento. A dor física é, mais freqüentemente, um aviso da natureza que procura nos preservar dos excessos. Sem ela abusaríamos de nossos órgãos a ponto de os destruir antes da hora. Quando um mal perigoso penetra em nós que ocorreria se não lhe sentíssemos logo os efeitos desagradáveis? Ele avançaria pouco a pouco, nos invadindo e exauriria em nós as fontes da vida.

E mesmo quando, persistindo em desconhecer os avisos repetidos da natureza, deixamos a doença se desenvolver em nós, ela pode ser ainda um benefício se, causada por nossos abusos e vícios, nos ensinar a detestá-los e a nos corrigirmos. É preciso sofrer para se conhecer e para bem conhecer a vida. Epicteto dizia: «É uma falsa idéia pretender que a saúde é um bem e a doença um mal. Usar bem a saúde é um bem; e usar mal é um mal. Usar bem a doença é um bem; e usar mal é um mal. Tira-se o bem de tudo, mesmo da morte ».

A dor, sob suas múltiplas formas, é o remédio supremo para as imperfeições e as enfermidades da alma. Sem ela nenhuma cura seria possível. Da mesma forma que as doenças orgânicas são com freqüência o resultado de nossos excessos, as experiências morais que nos atingem são resultantes de nossas faltas passadas. 

Cedo ou tarde, essas faltas recaem sobre nós com suas conseqüências lógicas. É a lei da justiça e do equilíbrio moral. Saibamos aceitar os efeitos como aceitamos os remédios amargos e as operações dolorosas que devem restituir a saúde e a agilidade ao nosso corpo. 

Ainda mesmo que o desgosto, as humilhações e a ruína nos oprimam, suportemo-las com paciência. O trabalhador dilacera o seio da terra para fazer brotar a colheita dourada. Assim, de nossa alma dilacerada surgirá uma abundante colheita moral. Então, não é por vingança que a lei nos atinge, mas porque é bom e proveitoso sofrer.

O primeiro movimento do homem infeliz é se revoltar sob os golpes da sorte. Mas, mais tarde, quando o espírito já escalou os declives e contempla o áspero caminho percorrido, o desfilar de suas existências, é com um enternecimento alegre que recordará as provas e tribulações com ajuda das quais pode galgar os mais altos cumes.

Se nas horas de provação soubermos observar o trabalho interior, a ação misteriosa da dor em nós, em nosso eu, em nossa consciência, compreenderemos melhor sua sublime obra de educação e de aperfeiçoamento. 

Veremos que ela atinge sempre o ponto sensível. A mão que dirige o cinzel é a de um artista incomparável; não deixa de agir até que os ângulos de nosso caráter estejam aparados, polidos e gastos. Para isso, ela volta à carga tantas vezes quantas sejam necessárias. E por seus golpes repetidos, a arrogância e a personalidade excessiva de alguns deverão cair; a fraqueza, a apatia e a indiferença deverão desaparecer de outros; a dureza, a cólera e o furor de outros ainda. 

Para todos haverá diferentes procedimentos, variados ao infinito, conforme os indivíduos, mas em todos agirá com eficácia, de maneira a fazer nascer ou desenvolver a sensibilidade, a delicadeza, a bondade, a ternura e a fazer sair das dilacerações e das lágrimas qualquer qualidade desconhecida que dormia silenciosa no fundo do ser, ou aquela nobreza nova, adorno da alma, adquirida espontaneamente.

E quanto mais sobe, engrandece e se faz bela, mais a dor se espiritualiza e se torna sutil. Aos malvados são precisas provas numerosas, como a árvore precisa de muitas flores para produzir algum fruto. 

Mas quanto mais o ser humano se aperfeiçoa, mais os frutos da dor se tornam admiráveis nele. Às almas impolidas, mal desbastadas, incumbem os sofrimentos físicos e as dores violentas; aos egoístas e aos avaros caberão as perdas de fortuna, as negras inquietudes e os tormentos do espírito. 

Depois aos seres delicados, às mães, aos amantes e às esposas, as torturas escondidas e as mágoas do coração. Aos nobres pensadores e aos inspirados, a dor sutil e profunda que faz brotar o gemido sublime, o clarão do gênio!

Por muito tempo ainda, a humanidade terrestre, ignorante das leis superiores e inconsciente do porvir e do dever, terá necessidade da dor, para estimulá-la na sua vida e para transformar o que predomina nela, os instintos primitivos e grosseiros em sentimentos puros e generosos. 

Por muito tempo o homem deverá passar pela iniciação amarga para chegar ao conhecimento de si mesmo e de seu objetivo. Ele sonha presentemente apenas em aplicar suas faculdades e sua energia em combater o sofrimento sobre o plano físico, em aumentar o bem-estar e a riqueza e em tornar mais agradáveis as condições da vida material. 

Mas isso será em vão. Os sofrimentos poderão variar, se deslocar, mudar de aspecto, mas a dor persistirá enquanto o egoísmo e o interesse regerem as sociedades terrestres, o pensamento se esquivar das coisas profundas e enquanto a flor da alma não tiver desabrochado.

Todas as doutrinas econômicas e sociais serão impotentes para reformar o mundo e para aliviar os males da Humanidade, porque sua base é muito estreita e porque colocaram na vida presente unicamente a razão de existir, o objetivo de viver e de todos os nossos esforços. 

Para extinguir o mal social é preciso elevar a alma humana à consciência de sua função, fazê-la compreender que sua sorte depende somente dela, e que sua felicidade será sempre proporcional à extensão de seus triunfos sobre si mesma e de seu desenvolvimento em direção aos outros.

Deve-se colocar um termo às provas de seu próximo quando se o pode, ou é preciso, por respeito aos desígnios de Deus, deixá-los seguir seu curso?

Nós temos dito e repetido bastante freqüentemente que vocês estão sobre esta terra de expiação para terminar suas provas, e que tudo o que lhes chega é uma conseqüência de suas existências anteriores, o juro da dívida que vocês têm de pagar. Mas este pensamento provoca entre certas pessoas reflexões que é necessário impedir, porque poderiam ter conseqüências funestas.

Qualquer um pensa que desde o momento que se está sobre a terra para expiar, é preciso que as provas tenham seu curso. Alguns mesmo chegam até a acreditar que, não é preciso apenas nada fazer para as atenuar, mas que, ao contrário, deve-se contribuir para torná-las mais proveitosas fazendo-as mais vivas. É um grande erro. 

Sim, suas provas devem seguir o curso que Deus lhe traçou, mas vocês conhecem esse curso? Sabem até que ponto elas devem ir, e se seu Pai misericordioso não disse ao sofrimento de tal ou qual de seus irmãos: «Você não irá mais longe»? Sabem se a providência não os escolheu, não como um instrumento de suplício para agravar os sofrimentos do culpado, mas como o bálsamo de consolação que deve cicatrizar as chagas que sua justiça tinha aberto? 

Não digam então, quando virem um de seus irmãos aflito: É a justiça de Deus, é preciso que ela tenha seu curso; mas digam, ao contrário: Vejamos que meios nosso Pai misericordioso colocou em meu poder para suavizar o sofrimento de meu irmão. 

Vejamos se minhas consolações morais, meu apoio material, meus conselhos, não poderão ajudá-lo a transpor esta prova com mais força, paciência e resignação. Vejamos mesmo se Deus não colocou em minhas mãos o meio de fazer cessar esse sofrimento; se não me foi dado, também como prova, como expiação talvez, deter o mal e substituí-lo pela paz.

Ajudem-se então sempre nas suas provas respectivas, e não se considerem jamais como instrumentos de tortura; este pensamento deve revoltar todo homem de coração, todo espírita sobretudo; porque o espírita, melhor que qualquer outro, deve compreender a extensão infinita da bondade de Deus. 

O espírita deve pensar que sua vida inteira deve ser um ato de amor e de devotamento; que o quer que se possa fazer para contrariar as decisões do Senhor, sua justiça seguirá seu curso. Ele pode então, sem medo, fazer todos seus esforços para adoçar a amargura da expiação, mas é Deus somente quem poderá detê-la ou prolongá-la conforme seu julgamento a respeito.

Não seria um grande orgulho da parte do homem, se acreditar no direito de revolver, por assim dizer, a arma na ferida? De aumentar a dose de veneno no peito daquele que sofre, sob pretexto de que tal é sua expiação? Oh! considerem-se sempre como um instrumento escolhido para cessar o sofrimento. Resumamo-nos aqui: vocês estão todos sobre a Terra para expiar; mas todos, sem exceção, devem fazer todos os esforços para suavizar a expiação de seus irmãos, segundo a lei de amor e de caridade.

Para saber mais:
O Problema do ser e do destino de Léon Denis (3ª parte, cap. XXVI, A dor)
O Problema do ser e do destino de Léon Denis (3ª parte, cap. XXVII, Revelação pela dor)
O Evangelho segundo o Espiritismo de Allan Kardec (cap. V, Bem-aventurados os aflitos)
Após a morte de Léon Denis (5ª parte, cap. L, Resignação na adversidade)
O Espiritismo, que sabemos? de USFF (cap. XXVI, A quem corresponde o sofrimento)
Espiritualismo versus a luz de Louis Serré (cap. VI, O mal, o bem, o sofrimento)

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A VIDA DE CHICO XAVIER FOI RICA EM HISTÓRIAS E FATOS QUE ESTAVAM SEMPRE LIGADOS AOS ENSINAMENTOS DA DOUTRINA ESPÍRITA E À FRATERNIDADE CRISTÃ.


Caridade e Mudança de Vida - Em 1928, um mendigo cego sofreu um acidente ao cair de um viaduto, numa altura de quatro metros, e foi levado por algumas pessoas até o centro Luiz Gonzaga para que lhe dessem ajuda. Chico fez o que pôde pelo pobre homem, ajudando-o à noite (o período em que tinha tempo para isso). Apesar da assistência dada pelo médium, o acidentado precisava de cuidados durante o dia. Assim, Chico publicou uma nota no jornal semanal de Pedro Leopoldo pedindo ajuda, independentemente de serem católicos, espíritas ou ateus. Seis dias depois, surgiram no local duas conhecidas meretrizes da cidade, dizendo que tinham lido o pedido e estavam dispostas a ajudar. E o fizeram, ficando durante o dia com o enfermo e saindo quando Chico retornava. Antes de irem embora, oravam com ele. O cego ficou melhor depois de um mês e, quando Chico terminou uma oração de agradecimento, os quatro choraram, e uma das mulheres disse a ele que a prece havia modificado suas vidas. As duas estavam se mudando para Belo Horizonte para trabalhar. Uma foi trabalhar numa tinturaria, e a outra se tornou enfermeira.

Água da Paz

Uma das histórias mais conhecidas a respeito de Chico é a da Água da Paz. Dizem que era muito comum, antes de se iniciarem as sessões no centro espírita Luiz Gonzaga, ocorrerem algumas discussões a respeito de mediunidade, especialmente provocadas por pessoas pouco esclarecidas sobre o assunto. Essa situação começou a provocar certa irritação em Chico, que tentava explicar o que acontecia, mas nem sempre era compreendido.

Num dos momentos de irritação, sua mãe apareceu a ele mais uma vez e ensinou-lhe uma forma simples para acabar com essa situação. “Para terminar suas inquietações”, ela falou, “use a Água da Paz”. Chico ficou contente com a solução e começou a procurar o medicamento nas farmácias de Pedro Leopoldo – sem sucesso. Procurou em Belo Horizonte, e nada. Duas semanas depois, ele contou à mãe que não estava encontrando a Água da Paz, ao que ela lhe disse: “Não precisa viajar para procurar. Você pode conseguir o remédio em casa mesmo. Quando alguém lhe provocar irritações, pegue um copo de água do pote, beba um pouco e conserve o resto na boca. Não jogue fora nem engula. Enquanto durar a tentação de responder, deixe-a banhando a língua. Esta é a água da paz”. Chico entendeu o conselho, percebendo que havia recebido mais uma lição de humildade e silêncio.

Espíritos Brincalhões

Um caso bem-humorado era contado pelo próprio Chico, envolvendo um estudioso da doutrina, de Uberlândia que tinha o hábito de abrir O Evangelho Segundo o Espiritismo para encontrar as orientações adequadas, sempre que sentia necessidade – uma prática comum entre muitos espíritas. Certo dia, quando se encontrava em sua chácara, uma tempestade violentíssima desabou sobre a cidade, com muitos raios e relâmpagos, assustando a todos. Um raio caiu bem próximo de onde ele e outras pessoas se encontravam, chegando a matar um gato. O homem reuniu os parentes, avisando que o pior não tinha acontecido graças à proteção dos espíritos, e pegou o Evangelho, abrindo-o numa página ao acaso. A mensagem que leu começava assim: “Se fosse um homem de bem, teria morrido...” Foi o que bastou para que todos, apesar do clima de meditação, caíssem na gargalhada. Diz-se que os próprios espíritos providenciaram a brincadeira.

Pagamento na Hora Certa

Quando José – irmão de Chico que dirigia as sessões do centro – morreu, Chico ficou com a tarefa de cuidar da família e, além disso, também de uma dívida deixada pelo irmão referente a uma conta de luz, no valor de onze cruzeiros. Na época, a quantia era elevada para Chico, cujo ordenado mal dava para as necessidades básicas. Quando pensava em como faria para pagar a dívida, Emmanuel lhe disse para não se preocupar e esperar. Algumas horas depois, alguém bateu à porta. Chico atendeu e viu um senhor da roça que lhe disse ter sabido da morte de seu irmão José, e que estava ali para pagar uma dívida que tinha com ele, de uma bainha para faca que José havia feito para ele há tempos. O homem lhe deu um envelope e se foi. Quando Chico abriu, encontrou a quantia exata de onze cruzeiros.

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Lugar (Emmanuel)


Não há lugar em que nos vejamos sem algum benefício a prestar ou alguma coisa a fazer.

Seja qual seja a circunstância da estrada, aí encontramos a ocasião precisa realizar o melhor.

Por isso mesmo, o tempo é o prodigioso indicador, descerrando-nos situações inesperadas ao dom de compreender e de auxiliar.

Ainda mesmo nas trilhas mais obscuras da prova ou da aflição, somos defrontados por ensejos valiosos de renovação e progresso.

Contempla a vida, em torno...
Tudo é cor e beleza.
Deus te conduz aos Céus,
De esplendor a esplendor.
Serve a quantos encontres.
Sê bondade e socorro, apoio e eficiência.

A prática do Bem ser-nos-á garantida de paz e a paz em nós se nos fará fonte de permanente alegria.

Comece o dia na luz da oração.
O amor de Deus nunca falha.

Na sustentação do progresso espiritual, precisamos tanto da caridade quanto o ar é necessário ao equilíbrio da vida orgânica.

Lembra-te de que a interdependência é o regime instituído por Deus para a estabilidade de todo o Universo e não olvides a compreensão que devemos a todas as criaturas.

Do livro "Caminho iluminado"
Pelp espírito de Emmanuel
Psicografia de Chico Xavier

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domingo, 8 de novembro de 2015

A Ponte de Luz *


Terminara Jesus a prédica no monte.
Nisso, o apóstolo Pedro aproxima-se
E diz-lhe: "Senhor, existe alguma ponte
Que nos conduza ao Alto, ao Céu que brilha muito acima?
Conforme ouvi de tua própria voz,
Sei que o Reino do Amor está dentro de nós...
Mas deve haver, no Além, o País da Beleza,
Mais sublime que o Sol, em fulgor e grandeza...
Onde essa ligação, Senhor, esse divino acesso?
Jesus silenciou, como entrando em recesso
Da palavra de luz que lhe fluía a jorro...
Circunvagou o olhar pelas pedras do morro
E, depois de comprida reflexão,
Falou ao companheiro: - "Ouve, Simão,
Em verdade, essa ponte que imaginas
Existe para a Vida Soberana,
Mas temos de atingi-la por estrada
Que não é bem a antiga estrada humana."
- "Como será, Senhor, esse caminho?"
Tornou Simão a perguntar.
E Jesus respondeu sem hesitar:
- "Coração que a escolha, às vezes, vai sozinho,
E quase que não tem
Senão renúncia e dor, solidão e amargura...
E conquanto pratique e viva a lei do bem,
Sofre o assédio do mal que o vergasta e procura
Reduzi-lo à penúria e ao desfalecimento.
Quem busca nesta vida transitória,
Essa ponte de luz para a eterna vitória
Conhecerá, de perto, o sofrimento
E há de saber amar aos próprios inimigos,
Não contará percalços nem perigos
Para servir aos semelhantes,
Viverá para o bem a todos os instantes
E mesmo quando o mal pareça o vencedor,
Confiando-se a Deus, doará mais amor...
E ainda que a morte, Pedro, se lhe imponha,
Na injustiça ferindo-lhe a vergonha,
Aceitará pedradas sem ferir,
Desculpará injúria e humilhação
Se deseja elevar o coração
À ponte para o Reino do Porvir..."
Alguns dias depois, o Cristo flagelado,
Entregue à própria sorte
Encontrava na cruz o impacto da morte,
Silencioso, sozinho, desprezado...
Terminada que foi a gritaria
Da multidão feroz naquele dia,
Ante o Céu anunciando aguaceiro violento,
Pedro foi ao Calvário, aflito e atento,
Envergando disfarce...
Queria ver o Mestre, aproximou-se
Para sentir-lhe o extremo desconforto...
Simão chorou ao ver o Amigo morto.
E ao fitá-lo, magoado, longamente
Ele ouviu, de repente,
Uma voz a falar-lhe das Alturas:
- "Pedro, segue, não temas, crê somente!...
Recorda os pensamentos teus e meus...
Esta cruz que me arrasa e me flagela
É a ponte que sonhavas, alta e bela,
Para o Reino de Deus."
Autor
Maria Dolores
Do livro: A Vida Conta, Médium: Francisco Cândido Xavier
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Regras de Saúde - André Luiz (Psicografada por Chico Xavier)


1 - Guarde o coração em paz, á frente de todas as coisas. Todos os patrimônios da vida pertencem a Deus.

2 - Apoie-se no dever rigorosamente cumprido. Não há equilíbrio físico sem harmonia espiritual.

3 - Cultive o hábito da oração. A prece é luz na defesa do corpo e da alma.

4 - Ocupe o seu tempo disponível com o trabalho proveitoso, sem esquecer o descanso imprescindível ao justo refazimento. A sugestão das trevas chega até nós pela hora vazia.

5 - Estude sempre. A renovação das idéias favorece a sábia renovação das células orgânicas.

6 - Evite a cólera. Enraivar-se é animalizar-se, caindo nas sombras de baixo nível.

7 - Fuja à maledicência. O lodo agitado atinge a quem o revolve.

8 - Sempre que possível, respire a longos haustos e não olvide o banho diário, ainda que ligeiro. O ar puro é precioso alimento e a limpeza é simples obrigação.

9 - Coma pouco. A criatura sensata come para viver, enquanto a criatura imprudente vive para comer.

10 - Use a paciência e o perdão infatigavelmente. Todos nós temos sido carinhosamente tolerados pela Bondade Divina milhões de vezes e conservar o coração no vinagre da intolerância é provocar a própria queda na morte inútil.

André Luiz (Psicografada por Chico Xavier)
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PÉROLAS DE LUZ - EMMANUEL/CHICO XAVIER


Em dias tão turbulentos, de tantas preocupações e desafios, a Espiritualidade Superior nos brinda com algumas pérolas de luz:

A receita da vida será sempre melhorar-nos, através da melhora que venhamos a realizar para os outros.
Em matéria de felicidade só se possui aquela que se dá.

Cada pessoa renasce na soma do que já fez.
A melhora de tudo para todos começa na melhora de cada um.


A vida por fora de nós é a imagem do que somos por dentro.
Perante Deus toda pessoa é importante.

Quem perdeu a própria fé, nada mais tem a perder.
Quem condena atira uma pedra que voltará sempre ao ponto de origem. 

Emmanuel/Chico xavier
Lady Sissi
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