quarta-feira, 6 de novembro de 2013

‘Aqueles que amamos não morrem jamais, apenas partem antes de nós’. (Chico Xavier)

Os que rumaram para outros caminhos, além das fronteiras que marcam a desencarnação, também lutam, amam, sofrem e se renovam

Credito:
Na Terra, quando perdemos a companhia de seres amados ante a visitação da morte, sentimo-nos como se arrancassem o coração para que se faça alvejado fora do peito. Ânsia de rever sorrisos que se extinguiram, fome de escutar palavras que emudeceram. E bastas vezes, tudo o que nos resta nomundo íntimo é um veio de lágrimas estanques, sem vazio te atormenta o espírito, as serena-te e ora,desejando a paz e a segurança dos entes inesquecíveis que te antecederam na Vida Maior. Lembra a criatura querida que não mais te compartilha as experiências no plano físico, não por pessoa que desapareceu para sempre, e sim a feição de criatura invisível, mas não de todo ausente. 
Os que rumaram para outros caminhos, além das fronteiras que marcam a desencarnação, também lutam, amam, sofrem e se renovam. Enfeita-lhes a memória com as melhores lembranças que consigas enfileirar e busca tranquiliza-los com o apoio de tua conformidade e teu amor. Se te deixar vencer pela angústia, ao recordar-lhes a imagem, sempre que se vejam em sintonia mental contigo: ei-los que suportam angústia maior de vez que passam a carregar aflições sobretaxadas com as tuas.
 Compadece-te dos entes amados que te precederam na romagem da Grande Renovação. Chora, quando não possas evitar o pranto que se te derrama da alma. No entanto, converte quando possível às próprias lágrimas em bênçãos de trabalho e preces de esperança. Assim, eles todos te ouvem o coração na Vida Superior, sequiosos de se reunirem contigo para o reencontro no trabalho do próprio aperfeiçoamento, à procura do amor de Deus. 
* Emmanuel - Mensagem psicografada pelo médium Chico Xavier.  Algumas citações dessa passagem...A velhice honrada não consiste em vida longa nem se mede pelo número dos anos. (Sabedoria 3.vers.8) Ó morte, quão amarga é tua lembrança para o homem que vive em paz entre teus bens. (Eclesiástico 41.1) Não temas a sentença da morte: lembra-te dos que te precederam e dos que te seguirão
Fonte: tnonline

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