sábado, 15 de junho de 2013

VINTE MODOS

Modos com que nós, espíritas, perturbamos a marcha do Espiritismo:
- Esquecer a reforma íntima.
- Desprezar os deveres profissionais.
- Ausentar-se das obras de caridade.
- Negar-se ao estudo.
- Faltar aos compromissos sem justo motivo.
- Rogar privilégios.
- Escapar deliberadamente dos sofredores para não prestar-lhes pequeninos serviços.
- Colocar os princípios espíritas à disposição de fachadas sociais.
- Especular com a Doutrina em matéria política.
- Sacrificar a família aos trabalhos da fé.
- Açambarcar muitas obrigações, recusando distribuir a tarefa com os demais companheiros ou não abraçar incumbência alguma, isolando-se na preguiça.
- Afligir-se pela conquista de aplausos.
- Julgar-se indispensável.
- Fugir ao exame imparcial e sereno das questões que concernem à clareza do Espiritismo, acima dos interesses e das pessoas.
- Abdicar do raciocínio, deixando-se manobrar por movimentos ou criaturas que tenham sutilmente ensombrar a área do esclarecimento espírita com preconceitos e ilusões.
- Ferir os outros com palavras agressivas ou deixar de auxiliá-los com palavras equilibradas no momento preciso.
- Guardar melindres.
- Olvidar o encargo natural de cooperar respeitosamente com os dirigentes das instituições doutrinárias.
- Lisonjear médiuns e tarefeiros da causa espírita.
- Largar aos outros responsabilidade que nos competem.
ANDRÉ LUIZ


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