sábado, 18 de maio de 2013

Chico Xavier foi salvo por sua fé em Jesus Cristo?


Veja o ponto de vista de um líder cristão

Após reunir numerosos fatos que levam à uma falsa “mediunidade” do famoso líder espírita, Chico Xavier, na revista Apologética Cristã da edição de maio, o pesquisador religioso e jornalista Johnny Bernardo deu agora o seu ponto de vista sobre onde estaria o líder em um plano espiritual.

Se Chico Xavier foi para o céu depois de sua morte, é algo que o fundador do Instituto de Pesquisas Religiosas (INPR) não pode afirmar com certeza. Entretanto, Bernardo afirmou ao The Christian Post que “do ponto de vista cristão e bíblico, uma pessoa que morre sem o conhecimento de Deus e certeza da vida eterna em Cristo, não possui condições necessárias para entrar no Reino de Deus.”
Segundo a doutrina espírita, Jesus Cristo é considerado o guia e modelo para toda a humanidade. Entretanto, os espíritas não vêem Jesus Cristo como salvador e a única maneira de se chegar a Deus. Para eles, os ensinamentos de Jesus são vistos como um roteiro ético-moral que o homem possui.
De acordo com o jornalista cristão, apesar de Chico Xavier acreditar no ‘mundo espiritual’ e se dizer em constante contato com ‘espíritos’, “ele vivia em constante medo da morte”. Para ele, o seu contato com os espíritos, tratava-se de questões ligadas a aspectos pessoais, como intelectualidade, criptomnésia, esquizofrenia, falcatruas, entre outros.
Sua afirmação é baseada no relato do biógrafo do “médium”, o jornalista Marcel Sout Maior. Marcel escreveu em uma das páginas de As Lições de Chico Xavier: “Chico, o principal divulgador da sobrevivência do espírito e da vida depois da morte no Brasil, tinha medo de avião e adorava contar para os amigos os bastidores de uma de suas viagens aéreas, de Uberaba a Belo Horizonte, no longínquo ano de 1948.”
“O caso relatado por Marciel é apenas um dos vários encontros e desencontros do ‘médium’ mineiro com seu ‘guia’ espiritual, Emmanuel. O fato principal, por trás do relato, é que Chico Xavier não possuía convicções sólidas e necessárias quanto a vida após a morte, de seu encontro com Deus e segurança nos céus”, disse Bernardo ao CP.
O jornalista coloborador da revista Apologética Cristã insiste em dar às pessoas os fatos para que elas decidam se devem ou não seguir a obra do líder espírita.
De acordo com Bernardo, pessoas próximas ao “médium” presenciaram a “fraude do perfume” de Chico. Segundo eles, Chico utilizava um perfume para as pessoas pensarem que vinha dos espíritos.
“O ex-espírita e hoje diretor do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC), Waldo Viera, que, de 1955 a 1969, atuou ao lado de Chico Xavier, relatou, em palestra na sede do CEAC, que seu antigo parceiro de psicografias havia comprado, em SP, alguns frascos de perfume para serem usados na ‘incorporação’ do espírito de Sheila”, escreveu Bernardo ao CP.
De acordo com ele, o auxiliar do repórter José Hamilton Ribeiro, em visita ao 'médium’, em 1971, também falou sobre a fraude.
"Meu fotógrafo viu um dos assessores de Chico levantar o paletó discretamente e borrifar perfume no ar. As pessoas pensavam que o perfume vinha dos espíritos", disse Ribeiro, segundo Johnny.
Johnny relembrou outros fatos que descreditam o suposto “médium”: a declaração de seu sobrinho apontando que as psicografias de Chico Xavier seriam frutos da sua imaginação; o fato de o líder interrogar os familiares dos mortos para obter detalhes antes de iniciar suas sessões de psicografias, entre outros. E conclui que com base nisso, que não há lógica para que uma pessoa possa confiar nos seus escritos e mensagens.
“Podemos concluir, não há bases lógicas e sustentáveis para que uma pessoa confiar nos escritos e mensagem de Chico Xavier, dados os inúmeros fatos e denúncias que pesam contra o ‘médium’, como a psicografia de um espírito analfabeto, de uma pessoa que não existiu, e da tática utilizada pelos auxiliares do ‘médium’ que, minutos antes de iniciar a sessão de psicografias, interrogavam os familiares sobre aspectos dos entes falecidos com os quais queriam entrar em contato - fato comprovado pela própria Federação Espírita Brasileira que, segundo ela, os auxiliares de Chico realizavam entrevistas com os visitantes de até dez minutos.”
Fonte: CP Cristianismo

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