terça-feira, 31 de dezembro de 2013

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

51 - Amor e Justiça. do Livro Justiça Divina - Chico Xavier / Emmanuel (FEB)

* Referência: Capítulos do Livro Justiça Divina - Chico Xavier/Emmanuel (FEB).
Objetivo: estudo de questões do livro O Céu e o Inferno (CI) de Allan Kardec.
Roteiro: Meditação - Leitura da Questão - Curiosidades.

(Meditação sobre o capítulo 51-Nas leis do destino)
Reunião pública de 18-8-61
CI – 1a Parte - Cap. VI – Item 15.
Na definição do Dicionário on-line Priberam:
Deus (latim deus, dei) 1. Ser supremo.
Ou seja, uma consciência que dispõe de qualidades, virtudes e habilidades infinitamente superiores a qualquer outra consciência existente.
Assim, como pensar num Criador que condena Suas criaturas ao sofrimento eterno?
"Não digas que Deus sentencia alguém a torturas eternas." – recomenda Emmanuel.
E defende seu ponto de vista levando-nos a observar como funciona a Lei de Deus em nosso plano de existência.
Vejamos o fogo:

Se bem controlado, é elemento de conforto e evolução.
Mas, se mal usado, é elemento de queimaduras, dores e destruição
As máquinas:

São os braços fortes do progresso.
Mas, se não tratadas, ocorrerá defeitos de funcionamento, de produção ou mesmo desastres.
"Na matemática do Universo, o destino dar-nos-á sempre daquilo que lhe dermos." – afirma Emmanuel.
Temos religiosos que nos descrevem um Deus rancoroso e vingativo, cheio de coroas e tronos dourados, sedento de vassalos e de louvações. Sim, temos muitos!
E muitos deles acreditam, com toda pureza de coração, que dizem a verdade, com base em livros, lendas e tradições muito antigas.
Mas, mesmo com toda pureza, mesmo com todo poder que os títulos e cargos podem conferir, ninguém poderá reduzir o Ser Supremo a algo que alguém supõe que Ele é.
Deus é Amor; 
um amor muito superior ao amor que compreendemos,
 
que permeia a matéria e se expande do microuniverso das partículas subatômicas
 
ao macrouniverso dos grandes grupos de galáxias.
Mas Deus também é justiça!
Para cada Espírito, direitos e deveres segundo suas escolhas.
"Sendo amor, concede à consciência transviada tantas experiências quantas deseje a fim de retificar-se.
"Sendo justiça, ignora quaisquer privilégios que lhe queiram impor.
" – esclarece Emmanuel.
Deus escolheria, então, alguns para a angelitude e outros para o sofrimento eterno?
Bajular alguns, condenar outros. Não parece um Ser Supremo.
Todo o Universo está em movimento de evolução, por impulso do Criador.
Pelo amor, Ele semeou nos caminhos de todos as bênçãos e luzes.
Pela justiça, Ele distribuiu para todos nós a vontade e a razão.
Nossa vontade e nossa razão determinará o que será nossa vida, nesse plano e no porvir.
"E não sofismemos a palavra de Jesus, quando prometeu ao companheiro de sofrimento, no Calvário, que estaria com ele no paraíso, como poderia estar em qualquer instituto de educação, no mundo espiritual, porque foi o próprio Cristo quem nos informou, de maneira incisiva, que o reino de Deus está dentro de nós." (Emmanuel)
Fonte: EB - Postado por Inacio Queiroz 

Que pedes à vida, amigo?

 

Louco, esta noite te pedirão a tua alma." -
Jesus. (Lucas, 12:20.)
Que pedes à vida, amigo?
Os ambiciosos reclamam reservas de milhões.
Os egoístas exigem todas as satisfações para si somente.
Os arbitrários solicitam atenção exclusiva aos caprichos que lhes são próprios.
Os vaidosos reclamam louvores.
Os invejosos exigem compensações que lhes não cabem.
Os despeitados solicitam considerações indébitas.
Os ociosos pedem prosperidade sem esforço.
Os tolos reclamam divertimentos sem preocupação de serviço.
Os revoltados reclamam direitos sem deveres.
Os extravagantes exigem saúde sem cuidados.
Os impacientes aguardam realizações sem bases.
Os insaciáveis pedem todos os bens, olvidando as necessidades dos outros.
Essencialmente considerando, porém, tudo isto é verdadeira loucura, tudo fantasia do coração que se atirou exclusivamente à posse efêmera das coisas mutáveis.
Vigia, assim, cautelosamente, o plano de teus desejos.
Que pedes à vida?
Não te esqueças de que, talvez nesta noite, pedirá o Senhor a tua alma.

Chico Xavier - Emmanuel
Fonte: ME

Na Barca do Coração

 

Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro véu o horizonte de tuas esperanças e a barca de teu coração agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...
Quando as obrigações diárias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agradáveis -, levarem-te a dizer: - que dia!
Lembra-te...
Caía a tarde e a multidão ainda estava reunida na praia.
Desde que o Sol surgira, Jesus atendera as incontáveis súplicas daqueles que o buscavam. Mãos e lágrimas roçavam-lhe o rosto e a túnica - antes tão limpa e alva - e agora, toda manchada de lamentos.
Finalmente, chegara às margens do lago, vencendo a dor e as tristezas dos sofredores. Aqueles que O viram deixando atrás de si um rastro confortador de estrelas, perguntavam-se: - quem será este homem, a quem as dores obedecem?
O céu acendia as cores da noite quando a barca de Pedro recolheu preciosa carga.
Jamais Jesus mostrara na face sinais tão evidentes de cansaço. Acomodado sobre uma almofada de couro, Sua majestosa cabeça pendeu sobre o peito, como um girassol real despedindo-se ao poente.
Seus lábios deixaram escapar um longo suspiro antes de adormecer. Seus amigos pescadores não ousaram perturbar-lhe o merecido sono, manejando remos com cuidado, auxiliados pelos sussurros de doce brisa.
O lago de Genesaré assemelhava-se a gigantesco espelho de prata ao luar, tranqüilo e sereno como o Mestre adormecido.
Faltava pouco para completar a travessia, quando tudo transformou-se.
O tempo irou-se, sem aviso. Adensadas, as nuvens de gaze leve tornaram-se tenebrosa tempestade, e o lago esqueceu a calmaria, encrespando-se, açoitado pelo vento.
Para a barca, vencer a tormenta era como lutar contra vigoroso e invencível Titã.
Pedro usou toda a sua força e sabedoria nos remos, gritando ordens que se perdiam entre as gargalhadas dos trovões e dos relâmpagos.
Os discípulos assustados correram a acordar Jesus que ainda dormia.
- Mestre! - exclamaram em coro desesperado - pereceremos!
Jesus, assim desperto, levantou-se prontamente, equilibrando o corpo cansado muito ereto, apesar da barca que por pouco não naufragava.
Sua majestosa silhueta parecia estar envolta em misteriosa luz, quando ergueu os braços, ordenando à tempestade:
- Calai-vos! E voltando-se para os amigos:- acalmai-vos! Homens, onde está a vossa fé?
Os ventos emudeceram e o lago baixou suas ondas, aplacado por misterioso imperativo.
Os discípulos olhavam-se, num misto de surpresa e alívio.
Envergonhados, voltaram-se para os remos. No compasso ritmado avançava a barca, ao compasso do coração daqueles homens que se perguntavam: quem será este homem, a quem os ventos obedecem?
...............
Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro véu o horizonte de tuas esperanças, e a barca de teu coração agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...
Quando as obrigações diárias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agradáveis -, levarem-te a dizer: - que dia!
Lembra-te...da mensagem do Cristo adormecida em ti e... Acalma-te!
Fonte: ME

Em favor da criança - Narrado por Chico Xavier

 
Sem dúvida a criança merece a consideração da fé religiosa, da poesia e do romantismo — todas essas homenagens as crianças merecem — no entanto, é preciso relembrar, seja de público ou nos serviços do lar, que a infância é o período mais grave da nossa renovação.
Todos nós que constituímos a Humanidade, somos grande multidão de Espíritos reencarnados em marcha no rumo de Planos superiores, entretanto, cada um de nós traz na retaguarda o peso do passado, e a infância é a hora de renovar as nossas forças para retomar o pretérito.
Da puberdade para frente é mais difícil qualquer renovação. Seja pois, permanente o nosso esforço para imprimir aos nossos entes queridos na infantilidade os traços do aprimoramento de que necessitamos. Isso é importante em todos degraus da construção social.
Rendamos, assim, nosso preito de amor aos pequeninos, a fim de melhorar a vida de nós mesmos.
Todo carinho aos irmãos ou seres amados para que se adaptam à existência, com o mínimo de ilusão em favor deles próprios.
Dói ver tantas criaturinhas enganadas para despertarem muita vez em provas dolorosas.
Consideremos que nossas homenagens à criança sejam proteção contra a fraqueza e contra o mal.
Que estas notas nos calem no íntimo e que a compaixão pelos meninos funcione conosco em cada dia.
Doemos à criança, seja onde for, nosso respeito, amparo, amor e luz e estaremos colaborando para a vida nas bênçãos de Jesus.

Chico Xavier - Maria Dolores

Fonte: ME

Boa Tarde com Emmanuel - A Boa Parte

"Maria escolheu a boa parte, que não lhe será tirada." - Jesus. (LUCAS, 10:42.)
Não te esqueças da "boa parte" que reside em todas as criaturas e em todas as coisas.
O fogo destrói, mas transporta consigo o elemento purificador. 
A pedra é contundente, mas consolida a segurança.
A ventania açoita impiedosa, todavia, ajuda a renovação.
A enxurrada é imundície, entretanto, costuma carrear o adubo indispensável à sementeira vitoriosa.
Assim também há criaturas que, em se revelando negativas em determinados setores da luta humana, são extremamente valiosas em outros. 
A apreciação unilateral é sempre ruinosa.
A imperfeição completa, tanto quanto a perfeição integral, não existem no plano em que evoluímos. 
O criminoso, acusado por toda a gente, amanhã pode ser o enfermeiro que te estende o copo dágua. 
O companheiro, no qual descobres agora uma faixa de trevas, pode ser depois o irmão sublimado que te convida ao bom exemplo. 
A tempestade da hora em que vivemos é, muitas vezes, a fonte do bem-estar das horas que vamos viver.
Busquemos o lado melhor das situações, dos acontecimentos e das pessoas. 
"Maria escolheu a boa parte, que não lhe será tirada" - disse-nos o Senhor.
Assimilemos a essência da divina lição.
Quem procura a "boa parte" e nela se detém, recolhe no campo da vida o tesouro espiritual que jamais lhe será roubado.
Emmanuel/Chico Xavier

Fonte: EB - Postado por Nilza Garcia 

PRECE DE ANDRÉ LUIZ , em reunião no Plano Espiritual


Senhor Jesus,
Dá-nos o poder de operar a própria conversão,
Para que teu Reino de Amor seja irradiado
Do centro de nós mesmos!..

Contigo em nós,
Converteremos
A treva em claridade,
A dor em alegria,
O ódio e amor,
A descrença em fé viva,
A dúvida em certeza,
A maldade em bondade,
A ignorância em compreensão e sabedoria,
A dureza em ternura,
A fraqueza em força,
O egoísmo em cântico fraterno,
O orgulho em humildade,
O torvo mal em infinito bem!

Sabemos, Senhor,
Que de nós mesmos,
Somente possuímos a inferioridade
De que nos devemos desvencilhar...
Mas, unidos a Ti,
Somos galhos frutíferos
Na árvore dos séculos
Que as tempestades da experiência jamais deceparão!...
Assim, pois, Mestre Amoroso,
Digna-te amparar-nos
A fim de que nos elevemos
Ao encontro de tuas mãos sábias e compassivas,
Que nos erguerão da inutilidade
Para o serviço da Cooperação Divina,
Agora e para sempre. Assim Seja!...

Chico Xavier/André Luiz. In: Voltei

Fonte: EB - Postado por ana maria teodoro massuci

sábado, 14 de dezembro de 2013

Que pedes à vida, amigo?

"Louco, esta noite te pedirão a tua alma." - 

Jesus. (Lucas, 12:20.)

Que pedes à vida, amigo?
Os ambiciosos reclamam reservas de milhões.
Os egoístas exigem todas as satisfações para si somente. 
Os arbitrários solicitam atenção exclusiva aos caprichos que lhes são próprios.
Os vaidosos reclamam louvores.
Os invejosos exigem compensações que lhes não cabem.
Os despeitados solicitam considerações indébitas.
Os ociosos pedem prosperidade sem esforço.
Os tolos reclamam divertimentos sem preocupação de serviço.
Os revoltados reclamam direitos sem deveres.
Os extravagantes exigem saúde sem cuidados.
Os impacientes aguardam realizações sem bases.
Os insaciáveis pedem todos os bens, olvidando as necessidades dos outros.
Essencialmente considerando, porém, tudo isto é verdadeira loucura, tudo fantasia do coração que se atirou exclusivamente à posse efêmera das coisas mutáveis.
Vigia, assim, cautelosamente, o plano de teus desejos.
Que pedes à vida?
Não te esqueças de que, talvez nesta noite, pedirá o Senhor a tua alma.

Chico Xavier - Emmanuel 

Quem será mais rico de verdadeira felicidade? (Chico Xavier) Quem será mais rico de verdadeira felicidade? (Chico Xavier)


Quem será mais rico de verdadeira felicidade: o homem que agoniza sobre um monte de ouro ou aquele que pode respirar os perfumes do vale, entre a paz do trabalho e a misericórdia da luz?

Na abastança ou na carência, na direção ou na subalternidade, não menosprezes agir e servir, porque o trabalho, nas concessões do espaço e do tempo, é o talento comum a todos, pelo uso do qual o espírito se engrandece, no rumo das Esferas Superiores a que se destina.
Por ele, as forças mais simples da natureza se movimentam na senda evolutiva, escalando os degraus do progresso para a subida aos cimos da experiência.
Com ele, o verme se agita e fecunda o seio da terra.
Através dele, esforça-se a semente e transforma-se na planta útil, a erigir-se em abençoada garantia do pão.
Aproveitando-o, a abelha se faz operária laboriosa, fabricando a excelência do mel.
Atendendo-lhe a inspiração, o manancial se desloca e, crescendo em possibilidades sempre mais vastas, converte-se no grande rio que apóia a civilização em torno do próprio sulco.
Tudo na paisagem que nos cerca é a exaltação desse talento realmente divino.
É por isso que dinheiro e saúde, cultura e inteligência, tanto quanto os números recursos que rodeiam o homem na Terra, subordinam-se ao trabalho, a fim de se agigantarem na produção e na multiplicação dos benefícios que lhes dizem respeito.
Não te deixes vencer pelas considerações negativas da tristeza, da revolta, do pessimismo ou da indisciplina, que estão sempre condicionando a ação que lhes é própria à exigência de remuneração.
Responde ao Senhor que te serve por intermédio do trabalho incessante da natureza com o trabalho infatigável de teu pensamento e de teus braços, de teu cérebro e de teu coração, para que te eleves à comunhão com o Amor Infinito.

Sem trabalho, a fé se resume à adoração sem proveito, a esperança não passa de flor incapaz de frutescência e a própria caridade se circunscreve a um jogo de palavras brilhantes, em torno do qual, os nus e os famintos, os necessitados e os enfermos costumam parecer, pronunciando maldições.

O trabalho é regulamento da vida e cultivemo-lo com diligência, utilizando os recursos de que dispomos na consolidação do melhor para todos os que nos cercam.

Auxiliar aos outros é recomendação do Céu e em razão disso, auxiliemos sempre, seja amparando a um companheiro infeliz, protegendo uma fonte ameaçada pela
Fonte: ME

Bom Dia com Emmanuel - Na Tarefa da Paz

“... A minha paz voz dou...”
– Jesus.
Todos ambicionam a paz. Raros ajudam-na.
Que fazes para sustentá-la?
Recorda que a segurança dos aparelhos mais delicados depende, quase sempre, de parafusos pequeninos ou de junturas inexcedivelmente singelas.
Não haverá tranqüilidade no mundo, sem que as nações pratiquem a tolerância e a fraternidade.
E se a nação é conjunto de cidades, e cidade é um agrupamento de lares, tanto quanto o lar é um ninho de corações.
A harmonia da vida começará, desse modo, no íntimo de nossas próprias almas ou toda harmonia aparente na paisagem humana será sempre simples jogo de inércia.
Comecemos, pois, a sublime edificação no âmago de nós mesmos.
Não transmitas o alarme da crítica, nem estendas o fogo da crueldade.
Inicia o teu apostolado de paz, calando a inquietação no campo do próprio ser.
Onde surjam razões de queixa, sê a cooperação que restaura o equilíbrio; onde medrem espinhos de sofrimento, sê a consolação que refaz a esperança.
Detém-te na Tolerância Divina e renova para todas as criaturas de teu círculo as oportunidades do bem.
Reafirma o compromisso de servir, silenciando sempre onde não possas agir em socorro do próximo.
Ao preço da própria renunciação, disse-nos o Senhor:
- “A minha paz vos dou”.
E para que a paz se faça, na senda em que marchamos, é preciso que à custa de nosso próprio esforço se faça a paz em nós, a fim de que possamos irradiá-la, em tudo, no amparo vivo aos outros.
Emmanuel/Chico Xavier

56 - Fé Inabalável, do Livro Justiça Divina - Chico Xavier / Emmanuel (FEB).

* Referência: Capítulos do Livro Justiça Divina - Chico Xavier/Emmanuel (FEB).
Objetivo: estudo de questões do livro O Céu e o Inferno (CI) de Allan Kardec.
Roteiro: Meditação - Leitura da Questão - Curiosidades.
(Meditação sobre o capítulo 56-Invocações)
Reunião pública de 4-9-1961
CI – 1a. Parte - Cap. X – Item 9.

56-Jornal_close
Faz poucas semanas, tive a felicidade de ler sobre o ex-médium (se é que é possível deixar de ser médium) e atual evangélico Héber Soares.
A história narrada pelo pastor Caio Fábio na obra “Nos Bastidores dos Espíritos” é extremamente interessante por revelar a capacidade mediúnica do amigo amazonense Héber Soares.
Mais de 85 mil pessoas foram atendidas pela equipe médica que se manifestava pela mediunidade dele, nas décadas de 60 e 70, tendo inclusive operado a si mesmo por um espírito que apresentava-se como sendo Bezerra de Menezes.
Mas era patente a falta de aprofundamento dele no Estudo Doutrinário !!
E, como nos diz Jesus na Parábola do Semeador, a falta de raízes profundas e as atribulações da vida fez Héber renunciar ao sacerdócio mediúnico.
Interessante, porém, é o principal argumento usado pelo pastor Caio Fábio para justificar a necessidade de mudança de Héber: consultar os mortos, assim como faz a Doutrina Espírita, seria abominação perante Deus.
E argumenta embasado principalmente no Velho Testamento (ex. Deuteronômio 18:9-12), em passagens dos Atos dos Apóstolos e em passagem do Apocalipse. Curiosamente, nenhuma citação dos 4 Evangelistas.
56-Livro bastidoresNeste capítulo, Emmanuel lembra dos detratores, dos inimigos gratuitos da Doutrina Espírita, que buscam insinuar que somo uma versão moderna dos magos e sibilas da antigüidade, com seu filtros e sortilégios milagrosos.
Lembra de outros que, sem fazer um estudo sério, crêem ter desvendado os truques de hipnose e ilusionismo, ou mesmo que argumentam tudo não passar de efeitos neurológicos explicáveis pela medicina.
É imperioso anotar, contudo, que toda formação espírita guarda raízes nas fontes do Cristianismo simples e claro, com finalidade morais distintas, no aperfeiçoamento da alma, expressando aquele Consolador que Jesus prometeu aos tempos novos.” – esclarece Emmanuel.
Na verdade, o Espiritismo revive as lições do Mestre Jesus de forma pura, sendo estas desenvolvidas para nosso entendimento através da Codificação Kardequiana.
É dessa forma, da forma que o próprio Jesus demonstrou, que prodígios acontecem, que a fé se estrutura e se confirma, que discernimentos são construídos e passos firmes na senda evolutiva são galgados.
56-Oracao
Tudo isso, compreendendo que os irmãos de outras crenças constróem os seus próprios caminhos para os mesmos objetivos.
Os Católicos, que invocam a presença de Deus e a proteção dos santos.
Os Islamistas, que invocam as bênçãos de Alá.
Os Budistas, que invocam a paz de Gautama, o Buda, através da Óctupla Senda.
Os Moisaistas, que, por vários preceitos, invocam o amparo do Senhor Todo-Poderoso.
Assim também nós fazemos!
Invocamos a inspiração de Jesus e dos bons espíritos na busca da oração sincera e do estudo da verdade.
No esforço do entendimento de nossas crenças e de cada oração, abrimos mão da pompa, dos rituais e do culto exterior, construindo uma fé inabalável, capaz de encarar a razão face a face em qualquer tempo.
56-jesusSim, nossa fé religiosa se apoia no entendimento e na razão, projetando-se para além delas.
Postula complementos para Ciência.
Desdobra-se em novas perspectivas para a Filosofia.
E nos liberta, pois afirma que só de nosso esforço depende a nossa evolução
E Emmanuel acrescenta: “... ninguém pode olvidar que Allan Kardec, evidenciando a necessidade de aliança do raciocínio e do sentimento, nas jornadas do Espírito, iniciou a obra monolítica da Codificação perguntando pela essência de Deus.

QUANDO TENHAS ALGO A DIZER - Texto para Reflexão




As tuas mãos são o aval de tua palavra...

Que elas não te contradigam no que dizes.

O mundo carece mais de tuas mãos do que de tua voz.

Mil vezes preferível o teu silêncio do que a tua inatividade!...

Os Lábios de Deus são as suas Divinas Mãos...

É por elas que Ele se expressa junto dos homens, fazendo-se ouvir de maneira inconfundível.

Quando tenhas algo a dizer ao mundo, age!

Se desejas que todos silenciem para escutar-te, faze além do que consideras teu dever.

Foge à linguagem comum de tua obrigação cotidiana...

Somente assim, o que disseres ficará ecoando, para sempre, na consciência da Humanidade!

Pelo Espírito: IRMÃO JOSÉ
Psicografia: CARLOS A. BACCELLI
Do livro: AO ALCANCE DAS MÃOS

Fonte: EB - Postado por ana maria teodoro massuci

NADA É POR ACASO ? Qual sua opinião ?

"Havia um homem que costumava ter em cima de sua cama uma placa escrita: ISSO TAMBÉM PASSA...então perguntaram à ele o por quê disso... ele disse que era para se lembrar que, quando estivesse passando por momentos ruins, poder se lembrar de que eles iriam embora, e que ele teria que passar por aquilo por algum motivo. 

Mas essa placa também era pra lembrá-lo que quando estivesse muito feliz, que não deixasse tudo pra trás, porque esses momentos também iriam passar e momentos difíceis viriam de novo...E é exatamente disso que a vida é feita: MOMENTOS!

Momentos os quais temos que passar, sendo bons ou não, pro nosso próprio aprendizado. 

Por algum motivo... Nunca esqueça do mais importante:
NADA É POR ACASO ! Absolutamente nada. 

Por isso temos que nos preocupar em fazer a nossa parte da melhor forma possível."

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Boa Noite com Emmanuel / Chico Xavier - Na Hora da Fadiga

formigasol
Quando o cansaço te procure no serviço do bem,reflete naqueles irmãos que suspiram pelo mínimo das facilidades que te enriquecem as mãos.

Pondera não apenas as dificuldades dos que,ainda em plenitude das forças físicas,se viram acometidos por lesões cerebrais,mas também no infortúnio dos que se acham em processos obsessivos,vinculados às trevas da deliquencia.

Observa não somente a tortura dos paralíticos, reclusos em leito de provação,mas igualmente a dor dos que não souberam entender a função educativa das lutas terrestres e caminham, estrada afora de coração enrijecido na indiferença.

Considera não apenas o suplício dos que nascem em dolorosa condição de idiotia, reclamando o concurso alheio nas menores operações da vida orgânica,mas também naqueles que, no fastígio do conforto material, resvalam em ateismo e vaidade, fugindo deliberadamente às realidades do espirito. 

Medita não somente na aflição dos que foram acidentados em desastres 
terríveis,mas igualmente na angústia dos que foram atropelados pela 
calúnia,tombando moralmente em revolta e criminalidade,por não saberem assimilar o benefício do sofrimento. 

Quando a fadiga te espreite na esfera da ação,pensa naqueles
companheiros, ilhados em padecimentos do corpo e da alma,a esperarem pelo auxílio, ainda que ligeiro, de teu pensamento, de tua palavra,de tua providencia, de tuas mãos... Se o desanimo te ameaça examina se o abatimento não será unicamente anseio de repousar, antes do tempo,e se te reconheces conscientemente disposto de energias para ser útil,não te confies a inércia ou à lamentação.

Por pior que estejas, pense naqueles que dariam tudo, para estar em teu lugar. 

(Psicografado por Chico Xavier)