terça-feira, 31 de julho de 2012

OS EXILADOS DE CAPELA

OS EXILADOS DE CAPELA




Este texto é um resumo do livro Os Exilados da Capela do Autor Edgard Armond, gostaria de ter postado todo livro, porém por causa de direitos autorais eu não o fiz. Mas fica a dica de uma grande obra, onde tem-se muito aprender sobre Nossos Amigos das Estrelas.

Os Exilados da Capela
Eis o astro benigno,
O luminoso mundo…
O paraíso dos nossos sonhos,
Que perdemos, talvez, para sempre…

Edgard Armond

Onde fica e como era Capela?
Fica a 45 anos luz da Terra, foi o nome dado na Terra a uma estrela que pertence a Constelação do Cocheiro, é uma estrela inúmeras vezes maior que o Sol. A sua densidade é tão fluídica que pode ser facilmente confundida com o ar que respiramos. Sua cor amarela, mostra que é um Sol na sua juventude e por ser um Sol, é habitada por seres bastante evoluídos!

Como a Terra foi criada?
Isso remete ao conceito do Pensamento e Verbo expressos na Biblia: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus. Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele, nada do que foi feito se fez.”, quer dizer: O pensamento Divino precisa de intermediários individualizados para plasmar o poder criador e dar formas as manifestações individuais de vida, através do Verbo.

Quando o Pensamento Divino é manifestado pelo Verbo ele plasma na matéria fundamental, portanto sem o verbo não há criação. Para criação da Terra o Verbo foi e é o Cristo Planetário, a partir dele é que a Terra foi Criada.

Qual o contexto dos Exílios Planetários e a evolução na Terra?
Podemos dividir o processo evolutivo na terra em 3 Ciclos:

Ciclo: Fase pré-história, quando os Arquitetos Siderais concluiram os estudos e experimentos para fazer a migração do mundo animal para os Seres Humanos. A partir daí com a chegada dos Exilados de Capela (Raça Adâmica) e a corrupção moral que se instalou na civilização Atlante, onde tiveram os cataclismas que exterminaram essa civilização.
Ciclo: Fase que conta com os sobreviventes desses cataclismas e termina com a vindo do Messias, o maior médium do Cristo Planetário que por aqui passou – Jesus.

Ciclo: Começa com o ato de Sacrifício do Divino Mestre e termina com o Exílio Planetário que os habitantes da Terra terão que passar, caso não se ajustem aos padrões morais que guiarão a civilização terrestre no 3o. Milênio – Era de Aquário.

Como foi a decisão de fazer o Exílio dos Capelinos na Terra?
Próprio Emmanuel explica, no livro A Caminho da Luz de Chico Xavier: “Há muitos milênios, um dos orbes do Cocheiro, que guarda muitas afinidades com o globo terrestre, atingira a culminância de um dos seus extraordinários ciclos evolutivos…
Alguns milhões de espíritos rebeldes lá existiam, no caminho da evolução geral, dificultando a consolidação das penosas conquistas daqueles povos cheios de piedade e de virtudes… E, após outras considerações, acrescenta:
- As Grandes Comunidades Espirituais, diretoras do Cosmo deliberaram então, localizar aquelas entidades pertinazes no crime, aqui na Terra longínqua.

A permuta de populações entre orbes afins de um mesmo sistema sideral, e mesmo de sistemas diferentes, ocorre periodicamente, sucedendo sempre a expurgos de caráter seletivo; como também é fenômeno que se enquadra nas leis gerais da justiça e da sabedoria divinas, porque vem permitir reajustamentos oportunos, retomadas de equilíbrio, harmonia e continuidade de avanços evolutivos para as comunidades de espíritos habitantes dos diferentes mundos.Os escolhidos, neste caso, foram os habitantes de Capela que, como já foi dito, deviam dali ser expurgados por terem se tornado incompatíveis com os altos padrões de vida moral já atingidos pela evoluída humanidade daquele orbe.

Como foi o processo de migração dos habitantes de Capela para a Terra?
Os milhares de espíritos, que seriam exilados foram notificados do seu novo destino.
Reunidos no plano etéreo daquele orbe, foram postos na presença do Divino Mestre para receberem o estímulo da esperança e a palavra da Promessa, que lhes serviriam de consolação e de amparo nas trevas dos sofrimentos físicos e morais, que lhes estavam reservados por séculos.

Emmanuel, descreve a cena da seguinte forma:

- Foi assim que Jesus recebeu, à luz do seu reino de amor e de justiça, aquela turba de seres sofredores e infelizes. Com a sua palavra sábia e compassiva exortou aquelas almas desventuradas à edificação da consciência pelo cumprimento dos deveres de solidariedade e de amor, no esforço regenerador de si mesmos. Mostrou-lhes os campos de lutas que se desdobravam na Terra, envolvendo-os no halo bendito de sua misericórdia e de sua caridade sem limites. Abençoou-lhes as lágrimas santificadoras, fazendo-lhes sentir os sagrados triunfos do futuro e prometendo-lhes a sua colaboração cotidiana e a sua vinda no porvir.
- Aqueles seres desolados e aflitos, que deixavam atrás de si todo um mundo de afetos, não obstante os seus corações empedernidos na prática do mal, seriam degregados na face obscura do planeta terrestre, andariam desprezados na noite dos milênios da saudade e da amargura, reincarnar-se-iam no seio das raças ignorantes e primitivas, a lembrarem o paraíso perdido nos firmamentos distantes. Por muitos séculos não veriam a suave luz de Capela, mas trabalhariam na Terra acariciados por Jesus e confortados na sua imensa misericórdia.

- E assim a decisão irrevogável se cumpriu e os exilados, fechados seus olhos para os esplendores da vida feliz no seu mundo, foram arrojados na queda tormentosa, para de novo somente abri-los nas sombras escuras, de sofrimento e de morte, do novo “habitat” planetário. Foram as coortes de Lúcifer que, avassaladas pelo orgulho e pela maldade, se precipitaram dos céus à terra, que daí por diante passou a serlhes a morada purgatorial por tempo indefinido.

- E após a queda, conduzidos por entidades amorosas, auxiliares do Divino Pastor, foram os degredados reunidos no etéreo terrestre e agasalhados em uma colônia espiritual, acima da crosta, onde, durante algum tempo, permaneceriam em trabalhos de preparação e de adaptação para a futura vida a iniciar-se no novo ambiente planetário.
Texto de http://vidaespiritualidade.wordpress.com/

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