quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

PSICOFONIA DE CHICO XAVIER - CONCENTRAÇÃO MENTAL DE ANDRÉ LUIZ

O CÉU E O INFERNO DE ALLAN KARDEC

O Céu e o Inferno comentado por: José Herculano Pires
Allan Kardec apresenta a verdadeira face do desejado Céu, do temido Inferno, como também do chamado Purgatório. Põe fim às penas eternas, demonstrando que tudo no universo evolui.
Lendo-se este livro com atenção vê-se que a sua estrutura corresponde a um verdadeiro processo de julgamento. Na primeira parte temos a exposição dos fatos que o motivaram e a apreciação judiciosa, sempre serena, dos seus vários aspectos, com a devida acentuação dos casos de infração da lei. Na segunda parte o depoimento das testemunhas. Cada uma delas caracteriza-se por sua posição no contexto processual. E diante dos confrontos necessários o juiz pronuncia a sua sentença definitiva, ao mesmo tempo enérgica e tocada de misericórdia. Estamos ante um tribunal divino.
Os homens e suas instituições são acusados e pagam pelo que devem, mas agravantes e atenuantes são levados em consideração à luz de um critério superior.
A 30 de Setembro de 1863, como se pode ver em Obras Póstumas, Kardec recebeu dos Espíritos Superiores este aviso: "Chegou a hora de a Igreja prestar contas do depósito que lhe foi confiado, da maneira como praticou os ensinamentos do Cristo, do uso que fez de sua autoridade, enfim, do estado de incredulidade a que conduziu os espíritos". Esse julgamento começava com a preliminar constituída pelo Evangelho Segundo o Espiritismo e devia continuar com O Céu e o Inferno. Dentro de dois anos, em seu número de Setembro de 1865, a Revista Espírita publicaria em sua seção bibliográfica a notícia do lançamento do quarto livro de Codificação Espírita: O Céu e o Inferno. Faltava apenas A Gênese para completar a obra da Codificação da III Revelação.
Dois capítulos de O Céu e o Inferno foram publicados antecipadamente na Revista: o capítulo intitulado Da apreensão da morte, vigorosa peça de acusação, no número de Janeiro de 1865, e o capítulo Onde é o Céu, no número de Março do mesmo ano. Apareceram ambos como se fossem simples artigos para a Revista, mas o último trazia uma nota final anunciando que ambos pertenciam a uma "nova obra que o Sr. Allan Kardec publicará proximamente". Em Setembro a obra já aparece anunciada como à venda.
Kardec declara que, não podendo elogiá-la nem criticá-la, a Revista se limitava a publicar um resumo do seu prefácio, revelando o seu conteúdo. Os capítulos antecipadamente publicados aparecem, o primeiro com o mesmo título com que saíra e o segundo com o título reduzido para O Céu.
Estava dado o golpe de misericórdia nos dogmas fundamentais da teologia do cristianismo formalista, tipo inegável de sincretismo religioso com que o Cristianismo verdadeiro, essencial e não formal conseguira penetrar na massa impura do mundo e levedá-la à custa de enormes sacrifícios. Kardec reafirma o caráter científico do Espiritismo. Como ciência de observação a nova doutrina enfrenta o problema das penas e recompensas futuras à luz da História, estabelecendo comparações entre as idealizações do céu e do inferno nas religiões anteriores e nas religiões cristãs, revelando as raízes históricas, antropológicas, sociológicas e psicológicas dessas idealizações na formulação dos dogmas cristãos.
A comparação do inferno pagão com o inferno cristão é um dos mais eficazes trabalhos de mitologia comparada que se conhece. A mitologia cristã se revela mais grosseira e cruel que a pagã. Bastaria isso para justificar o Renascimento. O mergulho da humanidade no sorvedouro medieval levou a natureza humana a um retrocesso histórico só comparável ao do nazi-fascismo em nosso tempo. Os intelectuais materialistas assustaram-se com o retrocesso do homem nos anos 40 do nosso século e puseram em dúvida a teoria da evolução. Se houvessem lido este livro de Kardec, saberiam que a evolução não se processa em linha reta; mas em ascensão espiralada.
Vemos assim que este livro de Kardec tem muito para ensinar, não só aos espíritas, mas também aos luminares da inteligência néo-pagã que perdem o seu tempo combatendo o Espiritismo, como gregos e romanos combateram inutilmente o Cristianismo. O processo espírita se desenvolve na linha de sequência do processo cristão. A conversão do mundo ainda não se completou. Cabe ao Espiritismo dar-lhe a última demão, como desenvolvimento natural, histórico e profético do Cristianismo em nosso tempo.
A leitura e o estudo sistemático deste livro se impõem a espíritas e não-espíritas, a todos os que realmente desejam compreender o sentido da vida humana na Terra. Mesmo entre os espíritas este livro é quase desconhecido. A maioria dos que o conhecem nunca se inteirou do seu verdadeiro significado. Kardec nos dá nas suas páginas o balanço da evolução moral e espiritual da humanidade terrena até os nossos dias. Mas ao mesmo tempo estabelece as coordenadas da evolução futura. As penas e recompensas de após a morte saem do plano obscuro das superstições e do misticismo dogmático para a luz viva da análise racional e da pesquisa científica. É evidente que essa pesquisa não pode seguir o método das ciências de mensuração, pois o seu objetivo não é material, mas segue rigorosamente as exigências do espírito científico moderno e contemporâneo.
O grave problema da continuidade da vida após a morte despe-se dos aparatos mitológicos para mostrar-se com a nudez da verdade à luz da razão esclarecida.
(José Herculano Pires, na introdução de O Céu e o Inferno)

MENSAGEM DE EMMANUEL SOBRE KARDEC

Lembrando o Codificador da Doutrina Espírita é imperioso estejamos alerta em nossos deveres fundamentais. Convençamos-nos de que é necessário:
Sentir Kardec;

Estudar Kardec;

Anotar Kardec;

Meditar Kardec;

Analisar Kardec;

Comentar Kardec;

Interpretar Kardec;

Cultivar Kardec;

Ensinar Kardec e

Divulgar Kardec.

Que é preciso cristianizar a humanidade é afirmação que não padece dúvida; entretanto, cristianizar, na Doutrina Espírita, é raciocinar com a verdade e construir com o bem de todos, para que, em nome de Jesus, não venhamos a fazer sobre a Terra mais um sistema de fanatismo e de negação.

EMMANUEL

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

domingo, 26 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

4º ENCONTRO "CHICO XAVIER" DE GUAXUPÉ/MG

4º ENCONTRO “CHICO XAVIER” DE GUAXUPÉ/MG


Horário: 27 julho 2012 às 20:00 a 29 julho 2012 às 12:30

Local: Casa da Cultura

Cidade: Guaxupé/MG

Tipo de evento: palestras, encontro

Organizado por: Ismael Batista da Silva



4º ENCONTRO “CHICO XAVIER” DE GUAXUPÉ

GUAXUPÉ 2012 - 100 ANOS

Dias 27/28/29 de Julho 2012

Local: Casa da Cultura

PALESTRANTES

PEDRO CAMILO – Salvador/BA

ROOSEVELT TIAGO – Barra Bonita/SP

CARLOS ALBERTO BRAGA – Belo Horizonte/MG

MANOLO QUESSADA – São Paulo/SP

ORSON PETER CARRARA – Matão/SP

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO DE CHICO XAVIER

MPF quer tombamento de patrimônio de Chico Xavier!


O patrimônio deixado por Chico Xavier está se deteriorando com a romaria de seguidores que vai à casa do médium em Uberaba (MG), ainda hoje, quase dez anos após sua morte. Foi o que constatou o Ministério Público Federal (MPF), que entrou com ação na Justiça para que a União, o Estado de Minas Gerais e o município de Uberaba sejam obrigados a fazer o inventário e tombamento dos bens móveis e imóveis deixados pelo médium.

Na ação, a procuradora da República Raquel Silvestre afirma que, apesar de reconhecerem o valor cultural e histórico do patrimônio, "os réus nada fizeram para conservá-los" e permaneceram "omissos e inertes". Atualmente, os bens de Chico Xavier estão expostos na casa onde o médium morou durante boa parte da vida e que foi transformada em museu pelo seu filho adotivo, Eurípedes Higino dos Reis, que batizou o local como "Casa de Memórias e Lembranças".

No local, incluído pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) no Cadastro Nacional de Museus (CNM), estão livros, esculturas, imagens sacras, mobiliário, fotografias, roupas, documentos e diversos outros bens. Mas, segundo a procuradora, não foi feita a catalogação dos itens, que estão sem identificação, proteção e expostos sem qualquer projeto museográfico ou de ambientação. "Chega a ser absurdo o fato de que todos os bens deixados pelo médium estejam completamente desprotegidos", avaliou Raquel Silvestre.

De acordo com o MPF, no estado em que se encontram, os bens de Chico Xavier correm risco de "se extraviar e deteriorar". "Fica evidente que esses bens de inestimável valor histórico e cultural não estão recebendo as medidas protetivas necessárias à sua conservação. Afinal, não se sabe ao certo nem o que de fato existe", declarou a procuradora, segundo a qual até mesmo os imóveis estão sendo descaracterizados.

O coordenador de Patrimônio Museológico do Ibram, Cícero Almeida, confirmou que não há nenhum tipo de catalogação no patrimônio deixado por Chico Xavier e que é necessário algum tipo de medida para proteção dos bens. No entanto, ele é favorável a uma "análise e seleção criteriosas" do patrimônio antes do tombamento. "Há coisas mais importantes e outras menos. Com a medida, o Estado terá responsabilidade sobre coisa que não tem tanta importância, porque essas medidas geram impacto para o Estado e para o particular. Lá também é uma casa", ressaltou.

Para Raquel Silvestre, porém, é necessário o tombamento para que seja criada a obrigação de conservação e preservação de características originais do patrimônio. Ela lembra ainda que a medida administrativa não significa ingerência sobre os bens por parte do poder público. "O atual proprietário dos bens deixados por Chico Xavier não tem com que se preocupar. O tombamento nada mais fará do que auxiliá-lo no controle e conservação dos bens, podendo trazer orientações técnicas e procedimentos adequados. Ele não perderá a propriedade de nenhum bem", disse. A reportagem não conseguiu contato com Eurípedes dos Reis.



Fonte. Estadão.com.br

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

ORAÇÃO NO TEMPLO ESPIRITA

Senhor Jesus, vimos de longe para agradecer-te a bondade.
Viajantes do tempo, procedemos de Tebas, da Babilônia, deHeliópolis, de Atenas, de Esparta, de Roma...Tantas vezes respiramos na grandeza terrestre!...

Petrificados na ilusão, povoamos palácios de orgulho, castelos de soberba, casas solarengas da vaidade e dominamos cruelmente osfracos, desconhecendo a bênção do amor...Reunidos aqui, hoje, em nosso pouso de fraternidade e oração,rogamos-te força para converter a exisncia em colaboraçãocontigo!

Nós que temos guerreado e ferido a, outrem, imploramos-te,agora, recursos para guerrear as nossas fraquezas e ferir, de rijo,nossas antigas viciações, a fim de que nos transformemos, afinal, em teus servos...Ajuda-nos a regenerar o coração pela Tua Doutrina de Luz, para que estejamos conscientes de nosso mandato.

Para isso, porém, Senhor, faze-nos pequeninos, simples ehumildes...Oleiro Divino, toma em tuas mãos o barro de nossas possibilidades singelas e plasma a nossa individualidade nova, aocalor de Tua inspiração, para que; como a fonte, possamos estender sem alarde os dons de Tua misericórdia, na gleba de ação em que nos convidas a servir.

Sem Tuas mãos, estaremos relegados às nossas própriasdeficiências; sem Teu amor peregrinaremos, abandonados à miséria de nós mesmos...Mestre, cujos ouvidos vigilantes escutam no grande silêncio e cujo coração pulsa, invariável, em todas as necessidades e esperanças,

dores e alegrias da Terra, nós Te agradecemos pelo muito que nos tens dado e, ainda uma vez, suplicamos-te acréscimo de força para que não estejamos distraídos...Senhor, cumpra-se em nós a Tua vontade e que a nossa vida seja,enfim colocada a Teu serviço, agora e sempre...

Emmanuel


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

ORAÇÃO DA CARIDADE

Amigo
Em meu manto, constelado de amor, guardo todas as criaturas.Tenho estado contigo, desde a hora primeira.

Embalei-te o berço frágil.

Acalentei-te nos beijos de tua mãe.

Segui-te os passos na escola, orientei-te as mãos no trabalho.

Venho ao teu encontro, por inspiração de Jesus, a quem obedeço,em nome do Pai Excelso.

Com Ele estive, em todos os instantes de apostolado.

Fui eu quem lavou as chagas dos leprosos tocados pelas Divinas Mãos, em sublime retorno à Luz.

Reuni os pobres e os fracos, os desesperados e os oprimidos, paraque lhe ouvissem, na Terra, o Sermão da Montanha.

Conversei com Zaqueu iludido pela vaidade da posse e abracei a Madalena, que os homens desprezavam...Fui ainda eu quem lhe escultou a solicitação, nos tormentos da cruz, pedindo socorro e compreensão para Judas, o apóstolo desditoso!

Procuro-te agora, suplicando asilo e cooperação.

Alivia comigo as chagas dos que padecem e dar-te-ei oesquecimento das próprias dores.

Cede-me tua palavra, para que o fel se extinga no mundo eentrega-me teus braços, para que o bem se espalhe vitorioso...Ouve-me e perceberás as revelações de Deus.

Acompanha-me e conhecerás a felicidade. Não te detenhas.

Ainda hoje necessito de ti, para que gemidos emudeçam elágrimas se estanquem.

Não importa o que tenhas sido.

Importa que te rendas ao Cristo, para que a Terra te abençoe a passagem.

Vem e socorre-me!

Levanta-te e ajuda-me!

Amando e servindo, chegaremos juntos à Glória Celestial.

Emmanuel

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

MESTRE PHILIPPE DE LYON

NIZIER ANTHELME PHILIPPE
MESTRE PHILIPPE DE LYON

NIZIER ANTHELME PHILIPPE, mais conhecido como Mestre Philippe de Lyon, foi a figura mais cativante, entre os grandes Mestres do Ocultismo do Século XIX. Era uma pessoa simples, de média estatura, que acumulava inúmeras atividades relacionadas com a iniciação, medicina e sessões de orações e de curas. Ainda lhe sobrava tempo para confeccionar seus próprios instrumentos de trabalho, bem como os utensílios utilizados em seu laboratório. Dormia pouco, mas jamais mostrava-se cansado.

O Mestre Philippe pregava a reencarnação a todos os que presenciavam suas sessões de cura. Dizia ele que a dor presente era o resultado de dívidas contraídas com seu semelhante nesta existência ou em encarnações passadas. É a lei do Karma. Ninguém, dizia ele, arrancará um fio de cabelo de seu próximo que não seja obrigado a pagar. O sofrimento vem a ser uma maneira do homem tornar-se melhor e mais consciente da espiritualidade.

Mas a atividade do Mestre não se reduzia apenas em curar e pregar para as pessoas simples que participavam das reuniões de curas e de orações. Ele possuía um auditório mais reduzido, composto por discípulos selecionados, onde ele explicava a Divindade do Cristo, os mistérios da vida e da morte, os dogmas sobre o Espírito Santo, a Criação, sobre os Anjos, e os demais espíritos, os demônios, os clichês, os mundos, a astrologia, a alma humana e a iniciação em geral.

Sua filosofia não diferia da dos grandes Mestres do Ocultismo Ocidental e seu livro texto eram os Evangelhos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Seus ensinamentos sobre os clichês, por exemplo, explicavam porque não se deve falar mal do próximo e qual era o papel fundamental da oração e da prática da caridade. Os clichês nascem antes dos fenômenos. O homem, antes de criar, encontra. As idéias existem antes dos fatos. Elas estão no ar. Essas idéias ou clichês podem ser criados pelos homens ou pelos seres que habitam o invisível, em todos os planos.
O clichê é inteligente, ele é pensamento e está em todos os lugares. Ele aparece ao homem atrás de sua cabeça, na altura do cerebelo. O desenvolvimento da intuição permite a distinção entre o clichê bom e o clichê mau. Os clichês atuam sobre o homem e o induz a praticar uma ação. Quando pela sua vontade o homem repele um clichê, os fenômenos não acontecem. Quando imagina um fato bom ele acaba por acontecer, pois cria um clichê; o mesmo raciocínio é válido para os maus pensamentos: ao falar mal de seu semelhante, o homem estará prejudicando a si próprio, assim como a um terceiro, pela criação de um clichê. Esse clichê agirá sobre as demais pessoas e, após, sobre seu próprio criador.

“A alma é a vida do espírito, o pão do espírito. Ela é uma centelha divina; devemos fazê-la crescer. É necessário que ela se torne um sol em nós. Nossa alma cresce quando progredimos no caminho do bem.

“Quando Deus lançou as almas na matéria, Ele deu a cada uma delas um caminho a percorrer, dizendo-lhes: “Eis o caminho que deveis seguir: desbastai-o e tornai-o livre, pois o Senhor por aí deverá passar”. Se soubéssemos o significado dessas parábolas, nos senti-ríamos possuídos por um imenso orgulho. Tal caminho está cercado, a cada passo, por inúmeras provas impostas por Deus às almas. Essas provas diferem segundo os caminhos.

“Ninguém poderá subir ao Céu se não tiver o conhecimento de tudo. Porém, avançando por nossa vontade esse conhecimento nos será dado quando chegarmos a amar nossos semelhantes como a nós mesmos”.

O próprio Mestre Philippe sofreu imensamente em sua vida. A morte de sua filha em 1904 causou-lhe muita tristeza. Ela ficou doente em agosto desse ano; seus familiares pediram-lhe que a curasse mas ele recusou, dizendo que era preciso que ela partisse para preparar o terreno, pois ele próprio deveria desencarnar em breve. ”
O Mestre Philippe preparou seus amigos com bastante antecedência à cerca de sua morte. Eu devo partir, vocês não me irão ver, mas lhes deixo o Caporal” (Jean Chapas). A partir de fevereiro de 1905 ele não saia mais de casa. Não podendo deitar-se, passava as noites em uma poltrona. Sofria de falta de ar e de dores agudas no coração. Seu genro, o Doutor Lalande examinava com freqüência e não encontrava nada nenhuma doença.

Na manhã do dia 2 de agosto de 1905, ocasião em que a sogra e o genro estavam olhando no jardim através da vidraça e no momento em que a esposa tinha ido até à cozinha, Philippe levantou de sua poltrona, deu alguns passos dentro do quarto e caiu. Sua alma abandonou o plano físico e ganhou as alturas das Regiões Celestes.

Até hoje, quando relembram seu nome e quando evocam sua obra, ele desce aos planos inferiores do Invisível e dela nos envia suas celestes influências, encorajando todos a seguirem a senda iniciática e espargindo suas luzes para o bem da humanidade.