quarta-feira, 26 de outubro de 2011

RESSENTIMENTO É SINAL DE PERIGO

Habitue-se a considerar o ressentimento por sinal de perigo que se deve claramente evitar.

Se a razão para a queixa é algum problema doméstico, anote em silêncio a maneira pela qual poderá você cooperar na rearmonização do grupo familiar e auxilie para que o ponto nevrálgico seja extinto.

Ante uma criatura de quem recebeu ou esteja recebendo ofensa ou dificuldade, medite no valor de que essa mesma pessoa se reveste para os outros e esqueça qualquer motivo de mágoa que lhe tenha chegado ao coração.

Nos desajustes de opinião ou comportamento, admita nos outros a mesma liberdade de pensar que a vida lhe implantou na cabeça.

Aquilo que muitas vezes tomamos por indiferença ou desconsideração naqueles que nos cercam é cansaço ou doença neles e não hostilidade contra nós.

Fracassos, de qualquer modo, são sempre convites a que partamos para tarefas novas e melhores, compelindo-nos a sair da insegurança.

Dedicações incompreendidas são cursos de burilamento íntimo em que podemos aprender a amar sem o culto do egoísmo no qual “sermos amados” costuma ser a nossa preocupação.

Perdoe quaisquer golpes com que a vida esteja ministrando aulas de experiência e recorde que você está no rio de bênçãos em que Deus lhe situou a bênção da vida.

O trabalho, especialmente quando se expresse por serviço aos outros, é o preservativo que nunca falha contra qualquer perigo no campo do espírito.

Ressentimento é sempre indução à enfermidade e desequilíbrio; diante de problemas e obstáculos com que sejamos defrontados, nos caminhos do tempo, recorramos à prece e a oração nos renovará por dentro, transfigurando a sombra em presença de luz.

Do cap. 39 do livro Respostas da Vida, de André Luiz, obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier